Vida Literária II
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Vida Literária



 
 

NOVO ENDEREÇO DO BLOGUE

 

Este blogue não tem mais capacidade de armazenamento.

 

Nosso novo endereço é Vida Literária III.




Escrito por mm �s 00:21
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LIVRO ELETRÔNICO: ALERTA, ESCRITORES, POR ADEMIR ASSUNÇÃO

  

A questão está posta, é importantíssima, por isso, reproduzo o texto que o Ademir Assunção publicou no Espelunca.

 

Saiu matéria na Folha de São Paulo sobre o livro eletrônico, que começa a entrar no mercado editorial brasileiro. O texto diz que os livros nacionais ainda são pouquíssimos no formato eletrônico. Por quê? Eis o trecho que mais interessa a nós, escritores: “O livreiro é um dos que defendem que o maior nó no mercado é a rediscussão dos direitos autorais. ‘O medo está aí. Isso vai inundar o Judiciário’”. O livreiro é Pedro Herz, dono da rede de livrarias Cultura. (grifo meu).

 

Nem todo mundo sabe, mas os autores ganham apenas 10% do preço de capa de cada livro vendido. 10%. Os outros 90% ficam com editoras, distribuidoras e livreiros. 10% é o padrão. Mas há editoras que chegam a pagar 3%. Quando falo isso para leitores que não fazem a menor idéia como funciona a remuneração de direitos autorais no Brasil, muitos ficam espantados, outros indignados.

 

A entrada do livro eletrônico é uma ótima oportunidade para os autores rediscutirem seus direitos autorais. Ouçam bem: é uma ótima oportunidade. As grandes livrarias já estão pressionando as editoras para venderem livros de seus autores em formato eletrônico. As editoras já estão procurando os autores para assinarem adendo aos contratos autorizando a venda em formato eletrônico.

 

Conversei com um advogado especialista em direito autoral essa semana. O livro eletrônico foi um dos temas da conversa. Perguntei a ele o que os autores devem fazer em relação às autorizações para comercialização do livro eletrônico. Ele foi claro e taxativo: “Enquanto não redefinirem a remuneração dos direitos autorais, não assinem. O livro eletrônico não tem custos que justifiquem manter os direitos autorais em apenas 10%”.

 

A matéria da Folha diz que os representantes de cada setor da cadeia produtiva do mercado editorial já estão discutindo a questão. Eu pergunto: quem representa os escritores nessas discussões? A Academia Brasileira de Letras? A União Brasileira dos Escritores? Algum escritor foi procurado para se manifestar?

 

O advento do livro eletrônico vai provocar grandes mudanças no mercado editorial. Entre outras coisas, vai diminuir os custos de produção dos livros e também os custos de venda pelas livrarias. Tanto escritores, quanto editores, podem fazer vendas diretas em seus sites, a custos quase zero. Essa é uma boa alternativa caso não haja acordo justo em relação ao pagamento de direitos autorais. A pressão vai ser comercial. Em resumo: há todas as condições para o preço do livro diminuir bastante (vantagem para os leitores) e o pagamento de direitos autorais subir bastante (vantagem histórica para os escritores).

 

Por isso, está dado o alerta: escritores em geral: não sejamos bobos. Não assinemos nenhum contrato enquanto não houver uma discussão aberta sobre direitos autorais de livro eletrônico e um acordo justo. Não caiam na balela de que estamos nos tempos de “quebra de autoria, compartilhamento de informações”, argumento que está sendo utilizado por alguns comerciantes de livros. Eles não vão “compartilhar” nossos livros. Eles vão vendê-los.

 

Alguns editores já compreenderam a necessidade dessa discussão com seus autores. Já perceberam que se marcarem touca vão beirar a falência, como aconteceu com as gravadoras. São poucos. E provavelmente vão tentar acordos individuais com os autores.

 

Eu vejo a grande oportunidade de tomarmos uma decisão coletiva. Uma decisão dessa forma vem com muito mais força. Podemos fechar um acordo que beneficie a todos. É uma oportunidade única.

 

É uma oportunidade única para os editores e livreiros também mostrarem que se preocupam de fato com os autores, que os vêem de fato como “parceiros” (termo da moda).

 

Alguém aí já se deu conta que na “cadeia produtiva do livro” (outro termo em moda), o único que não é profissional (no sentido de viver do seu trabalho) é o escritor? O livreiro é, o distribuidor é, o editor é, o gráfico é, o balconista da livraria é. Menos aquele que produz a matéria-prima para o trabalho de todos os outros da tal “cadeia produtiva”.

 

Pensem bem nisso. Caso não haja acordo justo, nada impede que num futuro muito próximo os próprios autores se organizem, criem uma editora virtual, e vendam seus livros diretamente, ganhando 80, 90% de direitos autorais.

 

Peço aos que entenderam o que diz esse texto que se manifestem. Que passem adiante. Que republiquem em seus blogues. Que discutam nos bares (não é assunto “chato”, não. Diz respeito ao nosso trabalho). Que ampliem essa discussão e pensem formas de partirmos pra ação.

 

É a hora.

 

 



Escrito por mm �s 01:37
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POESIA VIVA DO RECIFE

 

 

POESIA VIVA DO RECIFE: 473 ANOS DA CIDADE

No ano passado, em homenagem aos 472 anos da Cidade do Recife, este blog publicou textos de 10 poetas pernambucanos selecionados da segunda edição, ainda inédita, da antologia POESIA VIVA DO RECIFE, que organizei e publiquei, em 1996, em primeira edição, pela Companhia Editora de Pernambuco - CEPE. Poemas publicados de autoria de André Luiz de Castro, Antonio Botelho, Cida Pedrosa, Davino Ribeiro de Sena, Feliciano Junior, Fernanda Jardim, Luciano Nunes, Marcílio Medeiros, Mariana Arraes e Paulo Bruscky.

Neste ano de 2010, festejamos e homenageamos os 473 anos da Cidade do Recife (março / 2010) com a publicação sequenciada de 10 poemas / 10 poetas selecionados também da antologia POESIA VIVA DO RECIFE, ampliada e ainda inédita, que reune textos de 160 poetas pernambucanos vivos. Os poetas que terão os seus poemas postados neste blog, nos próximos dias, durante o mês do aniversário do Recife, são os seguintes : Aluísio Santos, Antonio Campos, Danielle Romani, Débora Colaço, Fernando Monteiro, Flávio Camboril, Jailson Marroquim, José Terra, Luzilá Gonçalves Ferreira e Manoel Constantino.


Acessem, leiam e divulguem.

Juareiz Correya

 

Veja mais aqui



Escrito por mm �s 22:23
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EDUARDO MARTINS

 

 

O FILHO

        Eduardo Martins

Doravante a gênesis
Com os pés descalços da história
Às sombras de Davi e Salomão
Serás tu, o templo
Ungido pela negação

E em poucos anos
não deixarás teu rastro
Não serás herança
Nem consolação
Mas terás a água benta
De todos os povos

Tu , e somente tu,
Velado no segredo dos herois
Ou no sangue de todos os pais
Que não lutaram a batalha

Como se fora
A marca solidária do tempo
de alguém que te sonha
como se fora a si

e assim serás chamado
filho
porque de fundo e de findo
serás o início
do que não tem fim.

 

 



Escrito por mm �s 01:34
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CULTURA DIGITAL

 

CULTURA DIGITAL: REDE DE MÍDIA SOCIAL

 

Está no ar o Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma iniciativa do Ministério da Cultura e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. O fórum pretende ser um instrumento que contribua para a formulação de políticas públicas para a área, ao promover o diálogo plural entre governo e sociedade.

 

O lançamento aconteceu durante o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE 2009).

 

O ambiente virtual do Fórum vinha funcionando de forma experimental há cerca de um mês. Após o lançamento oficial, qualquer pessoa que atue com cultura digital pode inscrever-se no portal e contribuir com o debate.

 



Escrito por marciliodemedeiros �s 17:44
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TEMPO

 

Prezados,

 

Depois do novo trabalho, o tempo anda escasso para dar conta de atualizar o blogue, ler dezenas de notícias que seleciono diariamente para o Notícias de Cultura (e que aparecerem aqui do lado direito), escrever, alimentar o Twitter, visitar os espaços de novos e velhos favoritos etc. etc., porém continuo cá insistindo, com a frequência ditada pelo relógio.

 



Escrito por marciliodemedeiros �s 20:12
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BLOGS LEGAIS DO UOL

Mais uma vez, recebemos a indicação para o Blogs Legais do Uol. A sugestão é feita pelos leitores. Gracias.



Escrito por marciliodemedeiros �s 19:58
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FIM DE FÉRIAS


Finzinho de férias. Ontem, peguei vôo em Campina Grande, numa tarde fria, para o Recife. No dia próximo dia 14, volto ao batente.


No Aeroporto Gilberto Freyre, tem exposição em homenagem aos 100 anos de Vitalino. Infelizmente, só há fotos de obras dele. No entanto, existem peças expostas de outros trabalhadores do barro em Caruaru, algumas com resultados estéticos muito bons. Deu para serenar a mente e aplacar, um pouco, a ressaca da despedida.


Considerando a importância do Mestre Vitalino, as comemorações do centenário ocorridas até agora foram pouco significativas.




Escrito por marciliodemedeiros �s 13:39
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RODRIGO DE SOUZA LEÃO I

 

 

A notícia da morte do escritor Rodrigo de Souza Leão, ocorrida no último dia 01, chocou e comoveu todos os que tinham algum tipo de contato com ele.

 

Rodrigo completaria 44 anos em novembro e vivia um momento importante na carreira. Além de produzir com intensidade, foi escolhido um dos finalistas do Prêmio Portugal Telecom deste ano, com o livro Todos os cachorros são azuis.

 

Admiro a coragem que ele teve de falar e enfrentar a esquizofrenia. Só quem sofre dessa doença ou tem alguém na família com ela, sabe como é um mal grave e complexo.

 



Escrito por marciliodemedeiros �s 16:43
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LAR DOCE LAR

 

Esta é a verdade que me persegue atualmente: 

 

''O lar não é onde você mora, mas onde as pessoas entendem você''

 

Christian Morgestern

 



Escrito por marciliodemedeiros �s 20:34
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FIM DE TARDE NO BECO DA LAMA

 

 

Mesa de bar: Wilza, Terezinha de Jesus, Abimael Silva, eu e Dercílio, no Bardallos (dia 08/05).

 

 

Abimael, Terezinha e eu

 

 

Terezinha e eu: clima de cumplicidade

 

 

Wilza, eu e João Maria

 

 

Dercílio e o artista plástico Fabio Eduardo

 

 

Wilza, artista plástico Assis Marinho e eu

 

 

Bardallos, por dentro

 



Escrito por marciliodemedeiros �s 00:01
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VIAGEM: Sertão e mar

 

 

 São João: sertão com chuva e névoa

 

 

 

Entre os dias 30 de abril e 04 de maio, estive no Recife. Depois, fui a São João do Sabugi, no sertão potiguar; Natal (8 a 11/05); voltei ao interior do Rio Grande do Norte e retornei para casa no último dia 17.

 

No Recife, tive longas conversas com os amigos escritores Djanira Silva e Raimundo de Moraes, ganhador do Prêmio Off Flip 2008 de poesia, na categoria nacional-exterior.

 

Em São João, rolou uma animada comemoração de aniversário, com primos e amigos, alguns dos quais conheço desde a infância.

 

Fui ao Sebo Vermelho, em Natal, conversar com Abimael Silva e ao Beco da Lama, tradicional reduto boêmio e cultural, conhecer pessoalmente a cantora Terezinha de Jesus, sobre quem publiquei um artigo na Tribuna do Norte.

 

No mesmo dia, houve a posse da nova diretoria da Sociedade dos Amigos do Beco da Lama e Adjacências – Samba.

 

A conversa rolou solta, acompanhada por cerveja e arrumadinho.

 

Em breve, sai publicada a entrevista que fiz com Abimael, em que ele conta como conseguiu editar mais de 250 livros de história e literatura potiguar.

 

A foto acima é da escritora sabugiense Djanira Araújo de Medeiros.

 

 



Escrito por marciliodemedeiros �s 22:33
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VOLTA

  

joão maria fonsêca mafra

 

 Natal, de dentro do carro

 

 

Voltei de viagem ontem. Depois, ponho fotos e conto as estripulias.

 



Escrito por marciliodemedeiros �s 23:59
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ANIVERSÁRIO

 

Hoje, é meu aniversário e faz um ano do início deste blog.

 

Neste período, Vida Literária I e II somaram cerca de vinte mil acessos.

 



Escrito por marciliodemedeiros �s 15:43
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TEREZINHA DE JESUS

 

 

 

O Vento Nordeste de Terezinha de Jesus

 

por Marcilio Medeiros

 

Há trinta anos, chegava às lojas o disco Vento Nordeste, cuja capa estampava a areia ondulada das dunas de Natal. Era o LP de estreia da cantora Terezinha de Jesus, lançado pelo selo Epic, uma espécie de núcleo de vanguarda que existia na CBS, como o chamou a jornalista Deborah Dumar, em uma reportagem de 1979 do Jornal do Brasil.

 

A faixa-título, uma esmerada composição de Sueli Costa e Abel Silva, levou às ondas do rádio a voz brejeira, doída e delicada da morena de olhos verdes cantando “viaja o vento nordeste, cavalo de meu segredo...”

 

O disco trazia participações especiais de Dominguinhos, de Paulinho da Viola e do grupo Cantares.

 

Era o início de uma carreira de relativo sucesso no contexto da época, que perduraria até 1983, ano do quinto e último disco de carreira da cantora.

 

Nos anos 80, muitos talentos foram expurgados do mercado fonográfico, em que contribuiu, de forma marcante, a estratégia de pasteurização da música brasileira posta pelas gravadoras e do reinado quase hegemônico da dupla de compositores Michael Sullivan e Paulo Massadas. Essa questão foi recolada na pauta de discussões atuais com as duras críticas que Alceu Valença fez em entrevista dada recentemente, por ocasião do lançamento do seu último CD, Ciranda Mourisca.

 

Terezinha de Jesus foi um desses casos. Jogada em um esquecimento e silêncio quase totais, nenhum de seus discos foi relançado em CD e o único registro digital do seu trabalho foi uma coletânea comercializada no já distante ano de 1997, hoje fora de catálogo. A compositora Ana Terra publicou, faz algum tempo, artigo sobre o forçado ostracismo a que a cantora foi submetida.

 

Na web, em que sempre há alguma coisa sobre quase tudo, não há praticamente nada sobre a trajetória da cantora. A exceção fica por conta do verbete existente no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

 

O sumiço só não é completo, porque é possível encontrar em alguns blogues, daqueles que veiculam material digitalizado de LP’s originais, os cinco discos lançados pela cantora, tipo de iniciativa, aliás, que está na mira das gravadoras.

 

Mas por que Terezinha de Jesus merece ser mencionada nesse trigésimo aniversário de sua estréia em disco, que transcorre sem nenhuma lembrança ou comemoração?

 

Da geração das inúmeras cantoras surgidas em bloco na década de 80, ela foi a intérprete que fez, no curto espaço de tempo que permaneceu no mercado, o resgate mais significativo de grandes compositores do passado. Regravou, por exemplo, Bororó, Lupicínio Rodrigues, Luis Bandeira, Nelson Ferreira, João do Vale, Alcyr Pires Vermelho, Élton Medeiros, Anísio Silva.

 

Em uma época em que Marisa Monte não havia ainda sido a primeira da fila das cantoras denominadas de ecléticas, Terezinha de Jesus reunia um repertório de choros, boleros, sambas, frevos, xotes, baiões, modinhas. A harmonia do conjunto era obtida pelo fundamento essencialmente brasileiro dos ritmos ou sonoridades obtidas nos arranjos.

 

Como Roberta Sá, outra potiguar, elogiada pela seleção criteriosa do que grava, sua escolha de repertório era irretocável. 

 

Terezinha de Jesus

 

Terezinha de Meneses Cruz nasceu em Florânia - RN em 1951. A partir de 1970, residindo em Natal, passou a participar de festivais locais e regionais. Lá, integrou o Grupo Opção. Em seguida, foi para o Rio de Janeiro, quando passou a usar o nome artístico Terezinha de Jesus.

No início da carreira carioca, atuou como vocalista de artistas como Tim Maia e Quarteto em Cy.

 

Em 1978, apresentou-se no Projeto Vitrine, da Funarte, do qual resultou um disco que continha quatro músicas suas. Lançou os lp’s Vento Nordeste (1979), Caso de amor (1980), Pra incendiar seu coração (1981), Sotaque (1982) e Frágil força (1983).

 

Participou das edições nacionais do Projeto Pixinguinha (1979 e 1981) e do Projeto Seis e Meia (1981).

 

Em 1994, voltou a residir em Natal. Foi contemplada com o Prêmio Hangar, pelo conjunto da obra, em 2003.

 

 

Artigo publicado na Tribuna do Norte (Natal), em 10/04/2009: http://tribunadonorte.com.br/noticias/106138.html

 



Escrito por marciliodemedeiros �s 14:24
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