Vida Literária II
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e.e. cummings

 

 

E. E. Cummings (1894 – 1962)


“Cummings pertence ao elenco dos inventores da linguagem poética do nosso tempo, na base da qual está Mallarmé. A contribuição de Cummings — um autor que é contemporâneo dos nossos modernistas, já que seu primeiro livro de poemas, Tulips and Chimneys, é de 1923 — está no radicalismo, desconvencionalizando a sintaxe e a própria ortografia. [...] Ele é um autêntico “desobediente civil” da linhagem que vai de Thoreau a John Cage. Quem definiu muito bem o impacto de sua obra foi William Carlos Williams quando disse que, diante dele, sentia-se como Robinson Crusoe ao defrontar-se com a impressão de uma pegada humana na areia. Cummings é imprescindível. Quem não conhece sua poesia ainda não pisou direito no século XX.”
Haroldo de Campos, em
entrevista a Ana Lúcia Vasconcelos

 

 

Obras

 

Fonte: Boletim PNLL nº 207

 



Escrito por mm �s 23:24
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T. S. ELIOT

 

 

T. S. Eliot (1888 - 1965)

 

T. S. Eliot - o poeta, o crítico, o ensaísta, o dramaturgo - encarna uma das mais estranhas e poderosas permanências literárias de nossa época. Estranha, porque foi ele, acima de qualquer outro, o escritor contemporâneo que mais conscientemente buscou, na tradição cultural do passado, o sentido de um tempo presente que, por estar sempre vindo a sê-lo, fosse também futuro; poderosa, porque sua obra, a um só tempo clássica e moderna, revolucionária e reacionária, realista e metafísica, está na própria raiz que informa e conforma a mentalidade poética de nossos dias, tendo exercido fecunda e duradoura influência sobre todas as gerações que se formaram a partir de 1930."
Comentário de Ivan Junqueira publicado no livro
Poesia

 

 

Obras

 

Multimídia

 

Fonte: Boletim PNLL nº 205

 

 



Escrito por mm �s 20:20
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ALBERT CAMUS

 

 

Albert Camus (1913 – 1960)


“Quando se trata de Albert Camus (1913 - 1960), um escritor cujo talento revelou-se muito cedo, e cuja vida, talvez não por coincidência, durou pouco: a ele se aplica perfeitamente o clássico aforismo: aqueles a quem o deuses amam morrem jovens [...] mas o componente político é o de menor importância na obra de Camus. A condição humana é o seu grande tema e ele aborda-o com os condicionamentos de sua origem. A lembrança da Argélia, da  miséria da Argélia, do mar da Argélia, do sol da Argélia, retorna constantemente a suas páginas. O sol é capaz de neutralizar as vicissitudes históricas: 'A miséria impediu-me de acreditar que tudo vai bem sob o sol e na história; o sol ensinou-me que a história não é tudo'. Significativas palavras, sobretudo para nós, brasileiros, que ouvimos tantas acusações ao trópico como fator causador de nosso atraso”.

Introdução de Moacyr Scliar para a edição brasileira de O avesso e o direito

 

Obras

  • Trechos de O mito de Sísifo

  • Trechos de Estado de sítio

  • Trechos de A inteligência e o cadafalso e outros ensaios

  • Trechos de O Homem revoltado

  • Trechos de Diário de viagem

  • Trechos de A Peste (em inglês)

  • Trechos de A Peste (em espanhol)

  • Trechos de O Estrangeiro (em inglês)

  • Trechos de Between hell and reason: essays from the Resistance newspaper Combat, 1944-1947

 

Multimídia

  • Dossier Albert Camus (vídeos em francês)

  • Camus fala sobre sua paixão pelo teatro (vídeo em francês)

  • Cena de O Estrangeiro , adaptação cinematográfica feita por Luchino Visconti

  • Killing an Arab , do grupo The Cure, canção inspirada em O Estrangeiro

  • Albert Camus e o futebol

  • Reportagem da televisão francesa sobre os 50 anos da morte de Camus

 

Fonte: Boletim PNLL nº 202

 



Escrito por mm �s 19:39
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RUDYARD KIPLING

 

 

Rudyard Kipling (1865 – 1936)


"Kipling estabeleceu sua reputação literária como uma espécie de elemento poético de ligação entre a Inglaterra e a Índia. Sua literatura, frequentemente epidérmica e sobrecarregada do fácil misticismo da selva, atinge, no entanto, em certas obras, como nos dois O livro da selva , de 1894 e 1895, uma atmosfera de maravilhoso poucas vezes encontrada nos domínios da ficção [...] A popularidade do criador de Mogli, o menino-lobo, chegou a ser um fenômeno de tal ordem na Inglaterra que, a propósito, conta-se uma anedota curiosa: Kliping teria alcançado um valor editorial tão alto que suas palavras eram avaliadas à base de um xelim cada. Certo leitor, desejoso de possuir um manuscrito seu, mas não dispondo de mais de dois xelins, escreveu ao autor, pedindo que em troca tivesse a bondade de mandar alguma coisa de seu punho. Kipling, tomando à risca a estimativa, respondeu ao pedido em duas palavras: "thank you"
Introdução a
Uma questão de fato , do livro Contos ingleses – os clássicos


Obras


Multimídia

 

 

Fonte: Boletim PNLL nº 201

 

 



Escrito por mm �s 20:47
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ANTERO DE QUENTAL

 

 

ET CCELUM ET VIRTUS

 

                 Antero de Quental


Dizem profetas, que esse céu perscrutam,
Que, às noites, entre as trevas condensadas,
Se tem visto brilhar ígneas espadas,
Como d’anjos hostis que entre si lutam...


 

E dizem que, na orla do infinito,

Entre os astros, se vê errar sem tino
Um espectro que traz fulgor divino,
Como o vulto d’um deus triste e proscrito...

 

Entre os sóis passa o espectro gemebundo,
Murmurando morramos! Aos sóis vivos,
E empana o brilho aos astros primitivos
De sua boca o alento moribundo...

 

 

Onde passou dez-se silêncio e escuro.
Seu manto sepulcral varre os espaços,
E arrasta, entre os celestes estilhaços,
A crença antiga e os germens do futuro!

 

 

Ó crença antiga! ó velho firmamento!
Como as almas vacilam e baqueiam!
E as lúcidas plêiades volteiam,
Como a poeira que levanta o vento!


Leia outras poesias de Antero de Quental

 

 



Escrito por mm �s 20:15
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HAROLDO DE CAMPOS

 

 

Haroldo de Campos (1929 – 2003)


“- a poesia concreta começa por assumir uma responsabilidade total perante a linguagem: aceitando o pressuposto do idioma histórico como núcleo indispensável de comunicação, recusa-se a absorver as palavras com meros veículos indiferentes, sem vida sem personalidade sem história - túmulos-tabu com que a convenção insiste em sepultar a idéia.
- o poeta concreto não volta a face às palavras, não lhes lança olhares oblíquos: vai direto ao seu centro, para viver e vivificar a sua facticidade.
- o poeta concreto vê a palavra em si mesma - campo magnético de possibilidades - como um objeto dinâmico, uma célula viva, um organismo completo, com propriedades psicofisicoquímicas tacto antenas circulação coração: viva.”
Trecho de
poesia concreta: um manifesto

 

Obras


Multimídia

 

Fonte: Boletim PNLL nº 200

 

 



Escrito por mm �s 22:36
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JULIO CORTÁZAR

 

 

Julio Cortázar (1914 – 1984)

 

Mudar a realidade é, no caso dos meus livros, um desejo, uma esperança; mas é importante assinalar que meus livros não são escritos, nem foram vividos ou pensados com a pretensão de mudar a realidade. Há pessoas que escrevem livros de modo a contribuir para mudar a realidade. Eu sei que a transformação da realidade é uma tarefa infinitivamente lenta e difícil. Meus livros não são funcionais nesse sentido. Um filósofo escreve um sistema filosófico convencido do que é a verdade e pensa que isso modificará a realidade, já que supõe ter razão. Um sociólogo estabelece uma teoria da mesma maneira. Um político também tem pretensões de mudar o mundo. No meu caso, a intenção é muito mais modesta.”
Cortázar por Cortázar, entrevista concedida a Evelyn Picon Garfield

Fotos, contos, ensaios e entrevistas (em espanhol)

Site oficial

Biografia (em espanhol)


Obras

 

Multimídia

Fonte: Boletim PNLL nº 199

 



Escrito por mm �s 23:02
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UMBERTO ECO

 

 

Umberto Eco (1932)

 

O livro ainda é o meio mais fácil de transportar informação. Os eletrônicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos. Afinal, ciência significa fazer novas experiências. Assim, quem poderia afirmar, anos atrás, que não teríamos hoje computadores capazes de ler os antigos disquetes? E que, ao contrário, temos livros que sobrevivem há mais de cinco séculos? Conversei recentemente com o diretor da Biblioteca Nacional de Paris, que me disse ter escaneado praticamente todo o seu acervo, mas manteve o original em papel, como medida de segurança.”
Trecho da entrevista Eletrônicos duram 10 anos; livros, 5 séculos', diz Umberto Eco publicada no jornal
O Estado de S. Paulo em 13 de março de 2010.

Site oficial

Porta Ludivoca

Biografia (em inglês)

Biografia (em espanhol)

El mundo según Eco (em espanhol)

 

Obras

 

Multimídia

 

Fonte: Boletim PNLL nº 198

 



Escrito por mm �s 18:53
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ROBERTO BOLAÑO

 

 

Roberto Bolaño (1953 – 2003)

 

Bolaño, o falecido escritor chileno, multiplica seus leitores de maneira permanente. Os que o lêem se transformam em seguidores [...] Vão em busca de um Bolaño que provavelmente não existe, mas que se constrói, destrói e reconstrói em seus olhares, leituras e releituras. Bolaño era chileno mas se afirmava um autor latino-americano. Hoje poderia se ver como autor do mundo, seu texto já foi traduzido para o inglês e se vende de forma notória nos Estados Unidos, a Meca do mercado editorial; sua voz e imagem se reproduzem ao infinito no youtube.com; documentos, ensaios, teses e monografias o revivem nos meios de comunicação e na universidade. O fenômeno avança”
Trecho da matéria Roberto Bolaño: Genio y figura, de Héctor Pavón, publicada na Revista
Eñe, do jornal Clarín , em 2007.

Biografia

La última entrevista a Roberto Bolaño

Obituário publicado pelo The Guardian

 

Obras


Multimídia

 

Fonte: Boletim PNLL nº 197

 



Escrito por mm �s 21:29
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WILLIAM FAULKNER

 

 

William Faulkner (1897 – 1962)

 

"Se eu nunca tivesse existido, alguém teria escrito por mim, Hemingway, Dostoievsky, algum de nós. Provas disso é que há cerca de três candidatos para a autoria das peças de Shakespeare. Mas o importante é Hamlet e Sonho de uma Noite de Verão, não quem os escreveu, mas que alguém o tenha feito. O artista não é o importante. Somente o que ele criou é que é importante, já que não há nada de novo a ser dito. Shakespeare, Balzac e Homero escreveram todos sobre a mesma coisa, e se tivessem vivido mil ou dois mil anos a mais, nenhum editor precisaria de mais ninguém".
Trecho de entrevista de Faulkner publicada pela
The Paris Review

Página de Faulkner no site do Prêmio Nobel

Biografia

Faulknerpedia

Center for Faulkner Studies


Obras

 

Multimídia

 

Fonte: Boletim PNLL nº 195

 

 



Escrito por mm �s 20:47
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CHARLES DICKENS

 

 

Charles Dickens (1812 - 1870)

"Scrooge olhou em volta de si como à procura da corrente que estaria condenado a arrastar depois de morto. mas viu apenas o chão sujo do quarto.
- Jacob - implorou - Velho amigo Jacob Marley, dê-me alguma esperança. Conforte-me, Jacob!
- Não tenho conforto nenhum para lhe dar - replicou o fantasma. - O conforto vem de outras fontes e é trazido por outros mensageiros a outra espécie de homens. Nem sequer posso lhe dizer tudo o que desejaria. Pouco mais me é concedido. Não posso descansar, não posso permanecer aqui, nem demorar-me em parte alguma. Em vida, o meu espírito nunca transpôs os limites do nosso escritório. Nunca a minha alma se elevou acima do nosso nível de negociantes. Por isso, tenho ainda que fazer longas jornadas."
Trecho de Conto de Natal

Biografia (em inglês)

Lista em ordem alfabética com mais de 400 personagens de Dickens

Lista de adaptações de A Christmas Carol

Fotos de Dickens

The Dickens Fellowship

 

Obras

 

Multimídia

 

Fonte: Boletim PNLL nº 187



Escrito por mm �s 20:58
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JOSEPH CONRAD

 

 

Joseph Conrad (1857 - 1924)

Trecho de carta escrita por Henry James para Conrad em novembro de 1906

Biografia (em inglês)(em português)

Listas de artigos sobre Conrad (em inglês)

The Joseph Conrad Society

Joseph Conrad and the Fiction of Autobiography, de Edward W. Said

 

Obras

 

Multimídia

  • Vídeo-biografia (em inglês)

  • Cena de Apocalypse Now (1979), obra inspirada no livro Coração das Trevas

  • Trailer de Os Duelistas (1977), filme de Ridley Scott baseado no conto The Point Of Honor

  • Trailer de Swept from the Sea (1997), filme de Beeban Kidron baseado no conto Amy Foster

  • Cena de Lord Jim, com Peter O'Toole

  • Trailer de Sabotage (1936), filme de Alfred Hitchcock adaptado do conto The Secret Agent

 

 



Escrito por mm �s 20:47
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OCTAVIO PAZ

 

 

Octavio Paz (1914 - 1998)

"Para Paz, a revolução da palavra é a revolução do mundo, e ambos não podem existir sem a revolução do corpo: vida como arte, um retorno à mítica unidade perdida entre pensamento e corpo, homem e natureza, eu e o outro."
Eliot Weinberger, escritor americano, ensaista e tradutor.

Biografia (em inglês)

Obras

 

Multimidia

 

 



Escrito por mm �s 22:17
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J. D. SALINGER

 

J.D. Salinger (1919 – 2010)

 

 

Obras

 

Multimídia

 



Escrito por mm �s 00:24
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BERTOLT BRECHT

 

Bertolt Brecht (1898 – 1956)


"Sou um escritor de peças, mostro
o que ví, no mercado dos homens
ví como o homem é negociado, isso
eu mostro, eu, o escritor de peças.

 

Para poder mostrar o que vejo
consultei os espetáculos de outros
povos e de outras épocas
reescrevi algumas peças, com cuidado
examinando a técnica usada e
assimilando
aquilo que me podia ser útil.

 

E também as frases que eram
pronunciadas
dei a elas uma marca especial.
Para que fossem como as sentenças
que se anota
para que não sejam esquecidas."

 

Biografia

Arquivos do FBI (Federal Bureau of Investigation - EUA) sobre Brecht

Bibliografia completa dos originais em alemão

The International Brecht Society

 

Obras

 

Multimídia

  • PlayList Bertold Brecht no YouTube

  • Brecht on stage, trecho de documentário da BBC

  • Mack The Knife (original em alemão)

  • Mack The Knife na interpretação de Louis Armstrong

  • Tango (da Ópera dos Três Vinténs) na interpretação de Ute Lemper e Neil Hannon

  • Ensaios de Mother Courage and her Children, com Meryl Streep

  • The Alabama song (da ópera Ascensão e a Queda da Cidade de Mahoganny) na interpretação de David Bowie

 



Escrito por mm �s 20:18
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