Vida Literária II
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SINTEPE: Lançamento de coletânea

 

 

 

 

 

SINTEPE lança coletânea de concurso de poesia

 

No dia 23 de abril, o SINTEPE (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco) lança a coletânea do 1° Concurso de Poesia, em homenagem a Solano Trindade.

 

O volume reúne os poemas selecionados do concurso realizado em 2008 e que contou com duas categorias. Na categoria público geral, os três primeiros lugares ficaram, respectivamente, com Malungo, Biaggio Pecorelli Muryel de Zoppa.  Na categoria dos trabalhadores em educação, foram escolhidas Rozana Nascimento, Regina Carvalho e Tânia Sampaio.

 

A comissão julgadora foi composta por André Telles, poeta e mestre em literatura, Heloísa Arcoverde, ensaísta e mestre em literatura, e o poeta e jornalista Raimundo de Moraes.

 

Segundo o presidente do SINTEPE, Heleno Araújo, “o concurso é uma forma de coroar as ações afirmativas e de promoção da igualdade racial desenvolvidas, por isso a homenagem, na passagem dos seus 100 anos, ao poeta e símbolo da luta em defesa da negritude Solano Trindade, que emprestou seu nome ao concurso. Também é uma forma de articular a categoria e a sociedade em ações culturais”.

 

A editoração da coletânea ficou sob a responsabilidade da Interpoética e da Andararte, ONG que inicia seus trabalhos em 2009, através de um ponto de cultura ancorado pelo site www.interpoetica.com.

 

O evento é aberto ao público e os convites podem ser retirados na sede do Sindicato.

 

Festa de lançamento da coletânea do 1º Concurso de Poesia

 

Dia: 23/04/2009

Horário: a partir das 19h

Local: Teatro de Santa Isabel

 

Programação

 

19h - Abertura

Saudação aos poetas pela diretoria do SINTEPE

Saudação a Solano Trindade por Inaldete Pinheiro

Entrega dos certificados e dos livros aos poetas vencedores

 

19h40 - POESIA TAMBÉM É UMA BANDEIRA DE LUTA (Recital dos poemas vencedores com o Grupo Vozes Femininas)

 

20h10 – Show com a banda Fim de Feira (com participação especial do poeta Chico Pedrosa)

 

21h40 às 23h - Sessão de autógrafos e coquetel

 

Contato:

SINTEPE (81) 2127 8876

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 22:15
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EDWARD LEAR

 

reprodução

 

A planície de Tebas com dois colossos, de Edward Lear

 



Categoria: Imagens
Escrito por marciliodemedeiros �s 14:45
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RAINER MARIA RILKE

 

 

DOS SONETOS DO ORFEU

 

            Rainer Maria Rilke

 

Músculo de flor, que abres a anêmona

quando os prados a manhã abrasa,

até que em seu seio a polifônica

luz dos céus sonoros extravasa;

 

na silenciosa flor-estrela,

da eterna acolhida o tenso músculo

tão cansado às vezes de movê-la

que, à voz de descanso do crepúsculo,

 

custas a recolher um por um dos

pétalos arriados para trás:

tu, força e intenção de tantos mundos!

 

Nós, brutos, vivemos muito mais...

E quando estaremos, em que vida

– abertos, enfim, para a acolhida?

 

Tradução de Geir Campos

 



Categoria: Interseções
Escrito por marciliodemedeiros �s 14:42
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TEREZINHA DE JESUS

 

 

 

O Vento Nordeste de Terezinha de Jesus

 

por Marcilio Medeiros

 

Há trinta anos, chegava às lojas o disco Vento Nordeste, cuja capa estampava a areia ondulada das dunas de Natal. Era o LP de estreia da cantora Terezinha de Jesus, lançado pelo selo Epic, uma espécie de núcleo de vanguarda que existia na CBS, como o chamou a jornalista Deborah Dumar, em uma reportagem de 1979 do Jornal do Brasil.

 

A faixa-título, uma esmerada composição de Sueli Costa e Abel Silva, levou às ondas do rádio a voz brejeira, doída e delicada da morena de olhos verdes cantando “viaja o vento nordeste, cavalo de meu segredo...”

 

O disco trazia participações especiais de Dominguinhos, de Paulinho da Viola e do grupo Cantares.

 

Era o início de uma carreira de relativo sucesso no contexto da época, que perduraria até 1983, ano do quinto e último disco de carreira da cantora.

 

Nos anos 80, muitos talentos foram expurgados do mercado fonográfico, em que contribuiu, de forma marcante, a estratégia de pasteurização da música brasileira posta pelas gravadoras e do reinado quase hegemônico da dupla de compositores Michael Sullivan e Paulo Massadas. Essa questão foi recolada na pauta de discussões atuais com as duras críticas que Alceu Valença fez em entrevista dada recentemente, por ocasião do lançamento do seu último CD, Ciranda Mourisca.

 

Terezinha de Jesus foi um desses casos. Jogada em um esquecimento e silêncio quase totais, nenhum de seus discos foi relançado em CD e o único registro digital do seu trabalho foi uma coletânea comercializada no já distante ano de 1997, hoje fora de catálogo. A compositora Ana Terra publicou, faz algum tempo, artigo sobre o forçado ostracismo a que a cantora foi submetida.

 

Na web, em que sempre há alguma coisa sobre quase tudo, não há praticamente nada sobre a trajetória da cantora. A exceção fica por conta do verbete existente no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

 

O sumiço só não é completo, porque é possível encontrar em alguns blogues, daqueles que veiculam material digitalizado de LP’s originais, os cinco discos lançados pela cantora, tipo de iniciativa, aliás, que está na mira das gravadoras.

 

Mas por que Terezinha de Jesus merece ser mencionada nesse trigésimo aniversário de sua estréia em disco, que transcorre sem nenhuma lembrança ou comemoração?

 

Da geração das inúmeras cantoras surgidas em bloco na década de 80, ela foi a intérprete que fez, no curto espaço de tempo que permaneceu no mercado, o resgate mais significativo de grandes compositores do passado. Regravou, por exemplo, Bororó, Lupicínio Rodrigues, Luis Bandeira, Nelson Ferreira, João do Vale, Alcyr Pires Vermelho, Élton Medeiros, Anísio Silva.

 

Em uma época em que Marisa Monte não havia ainda sido a primeira da fila das cantoras denominadas de ecléticas, Terezinha de Jesus reunia um repertório de choros, boleros, sambas, frevos, xotes, baiões, modinhas. A harmonia do conjunto era obtida pelo fundamento essencialmente brasileiro dos ritmos ou sonoridades obtidas nos arranjos.

 

Como Roberta Sá, outra potiguar, elogiada pela seleção criteriosa do que grava, sua escolha de repertório era irretocável. 

 

Terezinha de Jesus

 

Terezinha de Meneses Cruz nasceu em Florânia - RN em 1951. A partir de 1970, residindo em Natal, passou a participar de festivais locais e regionais. Lá, integrou o Grupo Opção. Em seguida, foi para o Rio de Janeiro, quando passou a usar o nome artístico Terezinha de Jesus.

No início da carreira carioca, atuou como vocalista de artistas como Tim Maia e Quarteto em Cy.

 

Em 1978, apresentou-se no Projeto Vitrine, da Funarte, do qual resultou um disco que continha quatro músicas suas. Lançou os lp’s Vento Nordeste (1979), Caso de amor (1980), Pra incendiar seu coração (1981), Sotaque (1982) e Frágil força (1983).

 

Participou das edições nacionais do Projeto Pixinguinha (1979 e 1981) e do Projeto Seis e Meia (1981).

 

Em 1994, voltou a residir em Natal. Foi contemplada com o Prêmio Hangar, pelo conjunto da obra, em 2003.

 

 

Artigo publicado na Tribuna do Norte (Natal), em 10/04/2009: http://tribunadonorte.com.br/noticias/106138.html

 



Categoria: Vida Literária
Escrito por marciliodemedeiros �s 14:24
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V FESTIVAL POESIA ENCENADA

 

V Festival Poesia Encenada está com inscrições abertas

 

O V Poesia Encenada do Sesc está com inscrições abertas até o dia 30 de abril.

 

A quinta edição do evento, que tem se notabilizado por mobilizar gente ligada à literatura e às artes cênicas da Paraíba e uma platéia  participativa, acontece entre os dias 12 e 14 de maio, na área de lazer do Sesc Centro João Pessoa.

 

Serão selecionados trinta poemas, que serão apresentados em duas eliminatórias nos dois primeiros dias do evento. A final acontece no dia 14.

 

Os cinco primeiros colocados receberão, cada um, o valor de R$ 1 mil, sendo destinados mais dois prêmios de igual valor para o melhor poema e a melhor interpretação.

 

Os poetas podem submeter até três poemas, com tema livre. A inscrição deve ser feita no Setor de Cultura do Sesc Centro - João Pessoa ou nas unidades do interior localizadas nas cidades de Campina Grande, Patos, Guarabira, Cajazeiras e Souza, ou encaminhada pelos Correios, valendo a data da postagem. No ato de inscrição, o participante deve indicar a pessoa ou grupo que fará a interpretação do poema.

 

Além da disputa de poesia falada, haverá mostra da produção de poetas paraibanos, através do Projeto Parede Poética, que mistura artes plásticas e poesia, bem como feira de livros usados e de poetas locais.

 

O Setor de Cultura do Sesc Centro - João Pessoa fica localizado à Rua Des. Souto Maior, 291, Centro. Outras informações podem ser obtidas pelos fones  (83) 3208 3158 e 9996 0183.

 

O regulamento não está disponível na web.

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 14:15
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EDOUARD MANET

 

 

reprodução

 

 

Berthe Morisot com um leque, de Edouard Manet

 



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GEORG TRAKL

 

reprodução

 

 

 

 

A TEMPESTADE

 

            Georg Trakl

 

Vós, montanhas selvagens, das águias

Sublime luto. Nuvens douradas

Fumegam sobre pétreo ermo.

Paciente quietude respiram os pinheiros,

As negras ovelhas junto ao abismo,

Onde súbito o azul

Estranhamente emudece,

O brando zumbido dos zangões.

Ó flor verde

Ó silêncio.

 

Como em sonho estremecem da torrente selvagem

Escuros espíritos o coração,

Trevas,

Que sobre as gargantas irrompem!

Brancas vozes

Errantes pelos átrios lúgubres,

Terraços destroçados,

Dos pais poderoso rancor, o lamento

Das mães,

Do menino o áureo grito de guerra

E o não-nascido

Gemendo de olhos cegos.

 

Ó dor, flamejante visão

Da grande alma!

Já estremece na negra confusão

De corcéis e carruagens

Um raio róseo pavoroso

No pinheiro ressoante.

Frescor magnético

Envolve esta cabeça orgulhosa,

Incandescente melancolia

De um deus irado.

 

Medo, tu ó serpente venenosa,

Negra, morra nas pedras!

Precipitam-se das lágrimas

As correntezas bravias,

Tempestade-misericórdia,

Ecoam em trovões ameaçadores

Os nevados cumes em volta.

Fogo

Purifica noite destroçada.

 

Tradução de Modesto Carone Netto

 



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COSTA-GAVRAS NO RECIFE

 

Sabatina Folha com Costa-Gavras é realizada no Recife

 

A Folha de São Paulo realiza a sua próxima sabatina dentro da programação do 13º Cine PE: Festival do Audiovisual, com o cineasta Costa-Gavras.

 

O seu mais recente longa, Eden à l’ouest (Éden à oeste, em tradução literal), que encerrou o 60º Festival de Berlim, vai ser exibido no festival, na segunda, dia 27 de abril.

 

Com duas horas de duração, começando às 15h, o debate ocorre no dia 29, no Salão Piedade do Hotel Recife Palace (Av. Boa Viagem, 4.070), e traz os jornalistas da Folha Alcino Leite Neto, editor de Moda, Inácio Araujo, crítico de cinema, e Silvana Arantes, repórter da Ilustrada.

 

O público também poderá formular perguntas. Os interessados devem se inscrever pelo e-mail eventofolha@grupofolha.com.br ou pelo telefone (11) 3224-3473, de segunda a sexta-feira, das 14h às 19h, informando nome completo, telefone e RG. A entrada é franca.

 

O Cine PE acontece entre os dias 27 de abril e 3 de maio, no Centro de Convenções de Pernambuco.

 

Com informações da Folha.

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 15:03
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ALIAÑÇA FRANCESA: PROGRAMAÇÃO PARA O ANO DA FRANÇA

 

Aliança Francesa faz sua programação para o Ano da França no Brasil

 

A Aliança Francesa do Recife divulgou sua programação para as comemorações do Ano da França no Brasil, que tem apoio do Consulado Geral da França no Recife, da Fundarpe e da Prefeitura da Cidade do Recife.

 

Cada unidade da Aliança do Brasil apresentará uma agenda própria e independente da oficial preparada pelo Ministério da Cultura.

 

Entre abril e novembro, a filial local realizará eventos de música, artes plásticas e cinema. A programação começa no próximo dia 18 com a Brigada Cícero Dias, que fará maratona de artes plásticas com 16 artistas brasileiros, entre eles Eudes Mota, Gil Vicente e Bete Gouveia, pintando os muros da instituição. Ainda acontecerá mesa-redonda sobre artes plásticas, concurso de crítica de arte e o lançamento do catálogo das obras.

 

Dentro da programação oficial bilateral, há apenas, por enquanto, quatro atrações anunciadas para o Recife. Em maio, o pintor francês Thomas Henriot vai retratar o cotidiano de áreas da capital pernambucana, a exemplo de Boa Viagem e da favela do Coque. No mês seguinte, o músico pernambucano Vítor Araújo faz duo de pianos com Paule Cornet, em que apresentam composições inéditas em homenagem à França e ao Brasil. Em julho, o fotógrafo Laurent Mulot fará exposição no Museu do Estado e, em setembro, haverá concerto do violonista Emmanuel Rossfelder em homenagem a Heitor Villa-Lobos no Mosteiro de São Bento Olinda).

 

A Aliança Francesa fica à Rua Amaro Bezerra, 466, Derby.

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 15:00
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PROGRAMA MEMÓRIA DO MUNDO: PESQUISA E EDITAL

 

Unesco promove pesquisa sobre o Programa Memória do Mundo

 

A Unesco está realizando pesquisa junto a profissionais das áreas de arquivo, museus e bibliotecas acerca do Programa Memória do Mundo.

 

O Programa Memória do Mundo foi criado pela Unesco para promover a preservação e a divulgação do patrimônio documental de arquivos, museus e bibliotecas. O Programa mantém comitês nacionais e regionais os quais identificam acervos de interesse e dão suporte às candidaturas.

 

O objetivo da pesquisa é ampliar a divulgação do Programa, estimulando candidaturas ao Registro Mundial. Os questionários poderão ser respondidos on-line, em inglês ou francês, até o próximo dia 30 de abril e seus resultados serão utilizados para o aperfeiçoamento do Programa.

 

Acesse o questionário aqui

 

O edital Memória do Mundo do Brasil 2009 foi lançado no último dia 17 de março e as candidaturas deverão ser enviadas até o dia 30 de junho de 2009.

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 18:04
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EDWARD HOPPER

 

reprodução

  

Quartos para o mar, de Edward Hopper

 



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ELIZABETH BISHOP

 

CANTO

 

III

 

(ACALANTO)

 

        Elizabeth Bishop

 

Borboleta.

Adulto e criança

afundam em seu descanso.

No mar o navio afunda, desaparece,

chumbo em seu regaço.

 

Borboleta.

Deixa as nações brigarem

deixa as nações caírem.

A grade sombreada do berço é uma gaiola

sobre a parede.

 

Borboleta.

Durma sem parar,

que a guerra vai acabar.

Solta a inofensiva boneca tua

e agarra a lua.

 

Borboleta.

Se eles disserem

que não tens juízo

não te alteres, é um julgamento

bem impreciso.

 

Borboleta.

Adulto e criança

afundam em seu descanso.

No mar o navio afunda, desaparece,

chumbo em seu regaço.

 

Tradução de Horácio Costa

 



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Escrito por marciliodemedeiros �s 17:52
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VIRADA CULTURAL: INICIA EM O2 DE MAIO

 

A programação oficial da Virada Cultural 2009 foi divulgada nesta quarta-feira pela Prefeitura de São Paulo.

 

Este ano, a idéia é concentrar as cerca de 800 apresentações em 150 locais da região central da cidade, principalmente na área formada pela avenida Ipiranga, a Estação da Luz e rua 15 de Novembro.

 

Nas 24 horas, que começam às 18h de 2 de maio e vão até as 18h do dia 3, o público poderá conferir shows de CPM22, Nação Zumbi, Geraldo Azevedo, Marcelo Camelo, Cordel do Fogo Encantado, Zeca Baleiro, Arrigo Barnabé, Tom Zé, Beto Guedes, Novos Baianos, Maria Rita, Reginaldo Rossi, Wando, entre outros.

 

Haverá homenagem a Raul Seixas, pelos 20 anos de sua morte, no palco Estação da Luz; música instrumental na praça Dom José Gaspar, com o Piano na Praça, e na rua Conselheiro Crispiniano; e grupos de dança no Anhangabaú.

 

Por conta do Ano da França no Brasil, cuja abertura acontece no próximo dia 21, a Virada contará com grupos franceses, como

Mécanique Vivante e Groupe Carabosse.

 

Veja a programação completa na página do evento

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 17:50
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COLETIVO ANGU DE TEATRO: ÚLTIMA SEMANA

 

 

 

 

Coletivo Angu de Teatro

 

ÚLTIMA SEMANA!!!!! NÃO PERCA!!!!

 

Até 19 de abril, no Recife.

 

A Temporada de Repertório 2009 é uma comemoração, atrasada, dos cinco anos do grupo, completados em setembro de 2008.

 

Temporada:

 

Angu de Sangue, quintas e sextas, no Teatro Apolo, às 20h

 

Ópera, sábados e domingos, no Teatro Apolo, às 21h30

 

Rasif - Mar que arrebenta, no Teatro Hermilo Borba Filho, sábados e domingos, às 19h

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 19:40
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EDWARD BURNE-JONES

  

reprodução

 

 

A Árvore do Perdão, de Edward Burne-Jones

 



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Escrito por marciliodemedeiros �s 19:35
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WISLAWA SZYMBORSKA

 

 

reprodução

  

QUARTO DO SUICIDA

 

             Wislawa Szymborska

 

Vocês devem achar, sem dúvida, que o quarto esteve vazio.

Mas lá havia três cadeiras de encosto firmes.

Uma boa lampada para afastar a escuridão.

Uma mesa, sobre a mesa uma carteira, jornais.

Buda sereno, Jesus doloroso,

sete elefantes para boa sorte, e na gaveta - um caderno.

Vocês acham que nele não estavam nossos endereços?

 

Acham que faltavam livros, quadros ou discos?

Mas da parede sorria Saskia com sua flor cordial,

Alegria, a faísca dos deuses,

a corneta consolatória nas mãos negras.

Na estante, Ulisses repousando

depois dos esforços do Canto Cinco.

Os rnoralistas,

seus nomes em letras douradas

nas lindas lombadas de couro.

Os políticos ao lado, muito retos.

 

E não era sem saída este quarto,

aos menos pela porta,

nem sem vista, ao menos pela janela.

Binóculos de longo alcance no parapeito.

Uma mosca zumbindo - ou seja, ainda viva.

 

Acham então que talvez uma carta explicava algo.

Mas se eu disser que não havia carta nenhuma -

eramos tantos, os amigos, e todos coubemos

dentro de um envelope vazio encostado num copo.

 

Tradução de Ana Cristina Cesar

 



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Escrito por marciliodemedeiros �s 13:59
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NÓS PÓS: LIVRARIA SARAIVA

 

 

 

 

 

O Projeto Nós Pós tem o prazer de convidá-lo para conferir a sua primeira apresentação no Espaço Manoel Bandeira da Livraria Saraiva MegaStore - Shopping Recife. Da concretização da parceria Nós Pós/Saraiva em prol da divulgação da rica gama de escritores contemporâneos pernambucanos, culmina a realização de eventos mensais na livraria. 

Quando: dia 18/04/09, às 18h.

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 13:55
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EDGAR DEGAS

  

reprodução

 

 

Ballet Dancers in the Wings, de Edgar Degas

 



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Escrito por marciliodemedeiros �s 20:23
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WALLACE STEVENS

 

MANHÃ DE DOMINGO

 

      Wallace Stevens

 

1.

Complacência de penhoar, café

E laranjas ao sol das onze horas,

Verde indolência de uma cacatua

No tapete – isso ajuda a dissipar

O santo silêncio do sacrifício.

Mas ela sonha, e sente aproximar-se,

Escura e lenta, a catástrofe antiga,

Como o descer da noite sobre as águas.

O odor das frutas, o brilho de asas verdes

Virão talvez da procissão dos mortos,

Que atravessa as águas, silenciosa.

Aquietou-se para dar passagem

A seus pés sonhadores sobre os mares

A Terra Santa de sangue e sepulcro.

 

2.

Por que legar aos mortos o que é seu?

O que é o divino, se se manifesta

Somente em sonhos, sombras silenciosas?

Por que não encontrar prazer no sol,

No odor das frutas, brilho de asas verdes,

Em qualquer outro bálsamo terreno,

Tão caro quanto o próprio paraíso?

É nela que o divino há de viver:

Paixões chuvosas, cismas de nevascas,

Negras solidões, gozos incontidos

Quando a floresta se abre em flor; lufadas

De emoção em noites frescas de outono;

Toda dor e delícia; gordos ramos

De verão, galhos desnudos de inverno.

Estes, os ritmos próprios de sua alma.

 

3.

Nas nuvens nasceu Jove, o não-humano,

Que mãe não aleitou, e em relva fresca

Com passos divinais jamais pisou.

Caminhou entre nós, um rei absorto,

Magnífico, portento entre os humildes,

Até que sangue humano e virginal

Mesclou-se ao céu, anseio tão intenso

Que o viram os mais humildes, numa estrela.

Quem sabe nosso sangue ainda virá

A ser do paraíso? Será a terra

O único paraíso possível?

O céu ainda será nosso aliado,

Na dor e no cansaço, quase igual

Em glória ao próprio amor imorredouro,

Não mais um muro indiferente e azul.

 

4.

Diz ela: “Quando os pássaros questionam

Com cantos matinais a realidade

Dos campos enevoados, sou feliz;

Mas quando vão-se embora, e vai-se junto

Toda a paisagem, onde o paraíso?”.

Não há nenhuma negra profecia,

Não há quimera sepulcral tampouco,

Nem ilha melodiosa, habitada

Por espíritos, nem doce eldorado

No sul, nem palmeira em longínqua névoa

De outeiro no céu, que perdure mais

Do que o verdor da primavera, mais

Que a lembrança de uma manhã com pássaros,

Ou um desejo de tarde de verão

Consumada em asas de andorinhas.


Tradução de Paulo Henriques Britto

 

 

Continua... 

 



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Escrito por marciliodemedeiros �s 19:35
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WALLACE STEVENS

 

Continuação...

 

 

MANHÃ DE DOMINGO

 

      Wallace Stevens

 

5.

Diz ela: “Ainda assim, sei que preciso

De alguma alegria imperecível”.

A morte é a mãe do belo, e só a morte

Satisfaz nossos sonhos e desejos.

Ainda que ela espalhe as folhas secas

Do aniquilamento a nossa frente

Pelo caminho da dor, pelos muitos

Caminhos onde exultou a vitória,

Ou onde o amor sussurrou sua ternura,

Faz o salgueiro estremecer ao sol,

Para moças que antes sonhavam na relva

E agora se levantam. Faz rapazes

Juntarem maçãs e ameixas novas

Num prato esquecido. As moças provam,

E apaixonadas andam sobre folhas.

 

6.

Não haverá morte no paraíso?

Não cairá a fruta madura? Os galhos

Hão de ficar para sempre carregados

Naquele céu perfeito e imutável,

E ao mesmo tempo semelhante ao mundo

Mortal, com rios que buscam sempre mares

Que nunca hão de tocar com lábios mudos?

De que servem as maças nessas margens?

Por que adoçar com ameixas aquelas praias?

Que triste, lá brilharem nossas cores,

Tecer-se a seda de nossas manhãs,

Soarem nossos violões insípidos!

A morte é a mãe de todo o belo, mística,

E no seu seio cálido sonhamos

A mãe terrena, insone, a nossa espera.

 

7.

Homens ágeis e alegres, de mãos dadas,

Numa manhã de verão, em plena orgia,

Hão de cantar em devoção ao sol,

Não como deus, mas como um deus seria,

Nu entre eles, uma fonte bárbara.

E seu canto há de ser paradisíaco,

Saído do seu sangue para o céu;

E em seu canto entrará, em cada voz,

O lago que deleita o seu senhor,

As árvores seráficas, e os montes

Por muito tempo a repetir sua música.

Conhecerão a sagrada irmandade

De homens mortais e estivais manhãs.

E de onde vieram, e para onde irão,

O orvalho em seu pés indicará.

 

8.

Ela ouve, nas águas silenciosas,

Uma voz gritar: “O Santo Sepulcro

Não é alpendre onde repousem espíritos,

É o túmulo onde jazeu Jesus”.

Vivemos nesse velho caos de sol,

Ou velha servidão de noite e dia,

Ou solidão de ilha, livre e solta,

De águas silenciosas e implacáveis.

Cervos andam pelos montes; codornas

Assobiam, espontâneas; e nas matas

Amoras silvestres amadurecem.

E, no isolamento do azul,

Ao entardecer, pombas revoam a esmo,

Fazendo ondulações ambíguas, vagas,

Em direção à sombra, com suas asas.


Tradução de Paulo Henriques Britto

 

 



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Escrito por marciliodemedeiros �s 19:28
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DESTINO CAPIBARIBE: EXPOSIÇÃO

 

divulgação 

 

 

 

 

 

A mostra Destino Capibaribe, a Exposição da Expedição toma o ritmo da correnteza e percorre dez dos municípios banhados por este que é o mais importante rio de Pernambuco. A exposição é composta por 45 fotografias, peças de artesanato e um vídeo que revelam o modo de vida na bacia do Capibaribe. A primeira parada é na cidade de Brejo da Madre de Deus, a partir do dia 06 de abril, onde passa 19 dias.

 

Com fotografias de Tuca Siqueira, designer de montagem de Diogo Todé, produção de Mônica Roque e coordenação de Alexandre Ramos, a Exposição Destino Capibaribe passa ainda pelos municípios de Santa Cruz do Capibaribe, Toritama, Surubim, Limoeiro, Passira, Carpina, Paudalho, Camaragibe, Poção.

 

A exposição é resultado da Expedição Capibaribe que, em 2007, percorreu os 270 km de extensão do rio, da sua nascente na cidade de Poção até a foz no Recife, colhendo imagens, depoimentos e peças do artesanato local para mostrar a vida e a relação dos moradores desses municípios com o rio Capibaribe.

 

O projeto tem incentivo cultural da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e patrocínio para a produção do material gráfico da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente e da Secretaria de Recursos Hídricos.

 

Confira a programação das três primeiras paradas:

 

- Brejo da Madre de Deus

  De 6 a 24 de abril

  Parque de eventos, na praça Pedro Guedes

 

- Santa Cruz do Capibaribe

  De 27 a 12 de maio

 

- Toritama

  De 15 a 20 de maio

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 15:49
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VISÕES PERIFÉRICAS: INSCRIÇÕES

 

divulgação 

 

 

 

 

 

Festival Audiovisual Visões Periféricas tem inscrições até 17 de maio

 

O Festival Audiovisual Visões Periféricas chega a sua terceira edição, reunindo o que há de mais original na produção de vídeos vinculados a escolas e oficinas de audiovisual das múltiplas periferias do Brasil, desde as favelas, sertões, comunidades quilombolas, aldeias indígenas e outros territórios.

 

Este ano, o evento acontece na Caixa Cultural ((Rua Almirante Barroso, 25 – Centro – RJ), de 21 a 26 de julho, e as inscrições vão até o dia 17 de maio.

 

O Visões Periféricas é realizado pela Imaginário Digital, associação cultural sem fins econômicos que atua com educação e novas mídias.

 

Podem participar alunos ou ex-alunos de projetos de formação em espaços populares que utilizam o audiovisual como meio de expressão; qualquer realizador, incluindo ex-alunos de projetos de formação audiovisual, cuja obra relativize o conceito de "periferia"; realizadores de filmes produzidos em projetos e oficinas de formação, utilizando-se de qualquer técnica de animação ou que se destinem ao público infantil; e diretores residentes no estado do Rio de Janeiro, em projetos e oficinas de formação, e que não tenham entrado na mostra competitiva Visorama e Fronteiras Imaginárias, duas das categorias anteriores.

 

Veja o regulamento e a ficha de inscrição.

 

Coordenação geral: Marcio Blanco e Karine Mueller

Contato: (21) 2553 0203

contato@imaginariodigital.org.br

 

Endereço para correspondência e envio de material

Rua Senador Vergueiro 250-A - Ap. 906

Flamengo – Rio de Janeiro (RJ)

CEP: 22230-001

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 15:45
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EDGAR DEGAS

  

reprodução

 

 

Lavadeiras carregando linho na cidade, de Edgar Degas

 



Categoria: Imagens
Escrito por marciliodemedeiros �s 19:36
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ELIZABETH BISHOP

 

O BANHO DE XAMPU

 

            Elizabeth Bishop

 

Os liquens - silenciosas explosões

nas pedras - crescem e engordam,

concêntricas, cinzentas concussões.

Têm um encontro marcado com

os halos ao redor da lua, embora

até o momento nada tenha mudado.

E como o céu há de nos dar guarida,

enquanto isso não se der,

você há de convir, amiga,

que se precipitou;

e eis no que dá. Porque o Tempo é,

mais que tudo, contemporizador.

No teu cabelo negro brilham estrelas

cadentes, arredias.

Para onde irão elas

tão cedo, resolutas?

- Vem, deixa eu lavá-lo, aqui nessa bacia

amassada e brilhante como a lua.

 

Tradução de Ruy Vasconcelos

 



Categoria: Interseções
Escrito por marciliodemedeiros �s 19:33
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EDGAR DEGAS

 

reprodução

 

Blue Dancers, de Edgar Degas

 



Categoria: Imagens
Escrito por marciliodemedeiros �s 16:20
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WALLACE STEVENS

 

TREZE MANEIRAS DE OLHAR UM MELRO

            Wallace Stevens


I

Em vinte montanhas nevadas
Só uma coisa se movia:
O olho do melro.

II

Eu estava entre três opções,
Como árvore
Em que pousaram três melros.

III

O melro girava no vento outonal.
Era um figurante na pantomina.

IV

Um homem mais uma mulher
Dá um.
Um homem mais uma mulher mais um melro
Dá um.

V

Não sei se prefiro
A beleza das inflexões
Ou a das insinuações,
O assovio do melro
Ou o instante depois.

VI

O gelo cobria a longa janela
Com bárbaros cristais.
A sombra do melro
Cruzava de lá para cá.
E na sombra
Desenhou-se
Uma causa indecifrável.

VII

Ó homem magro de Haddam,
Por que sonhais com aves douradas?
Acaso não vedes o melro
A caminhar por entre os pés
Das mulheres que vos cercam?

VIII

Sei de nobres canções
E ritmos lúcidos, irressistíveis;
Mas sei também
Que o melro tem a ver
Com o que sei.

IX

Quando voou além de onde a vista alcança
O melro demarcou o limite
De um de muitos círculos.

X

Ao ver melros voando
Numa luz esverdeada,
Mesmo os cáftens da eufonia
Exclamariam espantados.

XI

Ele atravessava Connecticut
Num tilburi de vidro.
Certa vez teve medo:
Por um instante pensou
Que a sombra da carruagem
Eram melros.

XII

O rio está correndo.
O melro deve estar voando.

XIII

Era noite, a tarde toda.
Nevava
E ia nevar.
E o melro imóvel
Num galho de cedro.

Tradução de Paulo Henriques Britto

 



Categoria: Interseções
Escrito por marciliodemedeiros �s 16:17
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CASA DE RUI BARBOSA: BOLSAS PARA PESQUISADORES

divulgação 

 

 

 

 

Casa de Rui Barbosa seleciona pesquisadores

 

A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), instituição vinculada ao Ministério da Cultura, que tem por finalidade promover a preservação e a pesquisa da memória e da produção literária e humanística, bem como congregar iniciativas de reflexão e debate acerca da cultura brasileira,

está selecionando pesquisadores para o Programa de Incentivo à Produção do Conhecimento Técnico e Científico na Área da Cultura.

 

As bolsas, que variam de R$ 300 a R$ 2.218,56, vão da iniciação científica ao pós-doutorado e as inscrições podem ser realizadas até 18 de maio.

 

O objetivo é formar, treinar e capacitar recursos humanos em programas, projetos e atividades de pesquisa, desenvolvimento institucional, tecnológico e de referência em preservação e tratamento técnico de acervos museológico, arquivístico, bibliográfico e arquitetônico da FCRB, assim como nas áreas de pesquisa em história, direito, filologia, estudos ruianos e políticas culturais, de modo a fortalecer o cumprimento da missão institucional da Fundação.

 

São elegíveis pesquisadores, estudantes, profissionais técnicos e tecnologistas, com currículos compatíveis com as exigências estabelecidas de cada projeto e com disponibilidade mínima de 20 (vinte) horas semanais.

 

Cada projeto estabelece a formação acadêmica exigida do bolsista. Na área de literatura, alguns dos projetos disponíveis são: Literatura de cordel; Carlos Drummond de Andrade e suas imagens; O legado de João Cabral de Melo Neto.

 

Veja o edital. Outras informações, confira no site da FCRB

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 16:13
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UBE-RJ: PALESTRA

 

A União Brasileira de Escritores, nas pessoas do Presidente, Edir Meirelles, e da  Secretária-Geral, Stella Leonardos, convida para a palestra a ser proferida pela escritora Helena Parente Cunha, sob o título Escritoras do século XIX em defesa dos direitos da mulher.

 

Dia e hora: 15/04/2009 (quarta-feira), às 16h.

Local: Instituto Cultural da Sociedade Nacional de Agricultura.

Av. General Justo, 171, 2º andar, Centro, Rio, RJ.

 



Categoria: Cultura Sempre
Escrito por marciliodemedeiros �s 16:09
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